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JEC investe em melhorias na alimentação fornecida aos atletas

Um bom desempenho esportivo passa por diversos fatores. Existem aqueles que são visíveis, que ocorrem dentro das quatro linhas. Porém, existe outra série de fatores invisíveis, que complementam o trabalho realizado dentro de campo, trazendo tranquilidade para atletas e comissão técnica. E entre eles está a alimentação, essencial para repor os nutrientes perdidos durante a intensa atividade física deste início de temporada jequeana.

Foi buscando fornecer a melhor nutrição possível aos atletas, dentro da atual realidade do clube, que o cardápio do CT Vilson Florêncio passou por uma revisão completa. Hoje os jogadores fazem cinco refeições diárias no local, sendo o café da manhã, o almoço e a janta as mais complexas e importantes. As demais são lanches, normalmente realizados após os treinos.

A revisão foi comandada pelo diretor de patrimônio Jonathan Cidral, que atua no ramo de alimentação há 15 anos, dominando os processos dentro de uma cozinha industrial. Ele trabalhou em conjunto com a comissão técnica, neste caso com grande contribuição do fisiologista Paulo Junior e do preparador físico Bruno da Costa, que se capacitaram em nutrição voltada ao esporte, visto que em suas áreas a boa alimentação tem uma importância crucial.

“Hoje os atletas recebem do clube as cinco refeições diárias do JEC, independente são da base ou do profissional”, comentou Cidral. “A mais importante delas é o almoço, que conta com duas variedades de carne, cinco tipos de saladas, arroz, feijão, macarrão, além de um outro tipo de prato quente”, acrescentou o dirigente.

Aproveitando a sua experiência no ramo, Cidral também comandou um treinamento de uma semana com as colaboradoras da cozinha, buscando otimizar os processos, executar as tarefas com mais correção e, principalmente, reduzir os desperdícios. “Isso se reflete na qualidade do alimento que vai à mesa e nos cofres do clube”, ponderou o diretor.

“Hoje fornecemos cerca de 120 refeições ao dia no CT Vilson Florêncio. Trata-se de uma pequena cozinha industrial”, complementou o presidente Darthanhan Oliveira. “É muito importante ela funcionar como um relógio, pois a austeridade financeira que tanto buscamos começa em ações simples, como na redução de desperdícios no processo de produção dos alimentos”, concluiu.

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