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Maria veste tricolor e assume comando

Hemerson Maria vestiu a camisa tricolor de jogo, com o número 10 nas costas. Foi assim que ele foi apresentado como novo treinador do Joinville. Com ela o novo comandante falou no retorno ao clube que havia dirigido em 85 jogos oficiais entre 2014 e 2015. Maria recebeu a veste do presidente Nereu Martinelli.
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Maria falou sobre o novo desafio no comando do JEC. Tentou conter a emoção quando falou do AVC que sofreu seu pai, ao descrever o que fez no período em que esteve ausente do Joinville. Falou mais na entrevista coletiva, em resgate da equipe e da necessidade de o clube conter com o apoio do torcedor. O vento norte soprou na sala de imprensa Lourival Budal, no CT Morro do Meio.
Leia trechos da coletiva ou ouça a íntegra em áudio.
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“É um momento diferente. Estamos no Joinville, uma equipe grande, com uma responsabilidade grande para com seu torcedor. Não há unanimidade em nenhum setor da vida. Não é o momento de ter divisão, mas de unir forças em prol do Joinville. O JEC é uma religião, está na hora dos torcedores se unirem. Temos um grupo de trabalho que conheço bem, uma diretoria que dá respaldo e um grupo de atletas que pode dar resposta no campeonato. Sempre falei que para o Joinville ser vitorioso é preciso a união de todos. O torcedor é o número 1 e vai estar ao nosso lado neste momento”
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“Acredito que o elenco pode dar mais, o elenco tem qualidade. Vamos precisar do apoio do torcedor, que é fundamental para que a gente vire este jogo. A partir de agora, vamos incutir nos atletas que estão no maior de Santa Catarina, com a maior torcida do estado. Ela tem como característica a fidelidade ao Joinville. Nos piores momentos de sua história, tinha sete mil sócios. Ela não vai abandonar o clube, tem ótimo grupo de apoio profissional. Não há rancor ou preconceito. Tudo foi superado. Este manezinho vai arregaçar a manga e trabalhar muito, como todos aqui. Posso contribuir para sairmos deste momento difícil”.
“Sai com tristeza, porque o vínculo que criei foi forte, com uma relação de fidelidade e entrega. Não havia como não ficar vinculado ao clube, chegamos a ser a equipe com maior invencibilidade em casa no mundo, foram duas finais de Catarinense. Guardo a imagem do rio vermelho, preto e branco conduzindo o ônibus. Não posso apagar isso. Mesmo em Florianópolis, torcia pelo Joinville, muito. Fiquei triste pelo rebaixamento, porque sabemos o que fizemos para conquistar o título e acesso. Vamos trabalhar para retornar. Volto com o clube mais estruturado, tenho carinho ao Joinville. E quando o vento norte lá batia, sentia o grito da torcida”.
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